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Conheça as três principais etapas da fiscalização de vegetais

fiscalização vegetais MAPA

Os donos ou as donas de casa que vão aos supermercados e feiras para comprar determinada fruta, por exemplo, muitas vezes nem imaginam o cuidado necessário para que o alimento chegue até a mesa de casa.

Para entender melhor como é feita essa fiscalização, o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luís Eduardo Rangel, apresenta os três principais passos necessários para que a fiscalização seja realizada com sucesso e, assim, possa garantir a qualidade dos vegetais.

Visão sistêmica e análise de risco

O primeiro passo é a Análise de Risco de Pragas (ARP).

Esse é um instrumento utilizado oficialmente para proteger o agronegócio nacional das possíveis introduções de pragas no país.

É um procedimento reconhecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e adotado pelos países signatários da Convenção Internacional de Proteção de Plantas (Cipv).

Avaliação da lista de pragas quarentenárias

Atualmente são ao todo quase 500 pragas quarentenárias registradas.

São feitas duas formas de vigilância dessas pragas.

A primeira é a vigilância ampla, feita por meio de fiscalização em aeroportos, portos, postos e fronteira e aduanas especiais.

O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), atua na inspeção e fiscalização do trânsito internacional de vegetais, seus produtos e subprodutos.

A segunda forma é a vigilância específica, que atua com base em áreas que têm determinada praga ou risco já previamente identificado.

Contingência ou emergência 

Esses são procedimentos feitos a partir de um alerta de praga. Após o alerta é feita a identificação da praga por meio de um processo de diagnóstico.

O processo de pesquisa pode ser feito nas unidades do Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro), do Mapa, ou em outros laboratórios credenciados.

Assim a praga pode ser contida, erradicada ou, caso se estabeleça, podem ser definidas técnicas de controle sempre dentro do contexto do Manejo Integrado de Pragas.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de comunicação social
(61) 3218-2203 – 2204
Cláudia Lafetá
claudia.lafeta@agricultura.gov.br

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Alunos e funcionária de escola no ES passam mal após comer merenda

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Dezesseis estudantes e uma funcionária da Escola Estadual Coronel Antônio Duarte, em Iconha, Sul do Espírito Santo, precisaram ser hospitalizados nesta quinta-feira (2).

Eles contaram que passaram mal após comerem a merenda oferecida no local.

Amostras da refeição foram recolhidas pela Vigilância Sanitária para que a causa seja investigada.

Uma aluna, que não quis ser identificada, contou que os sintomas começaram logo após comer a merenda.

“Assim que eu acabei a merenda, minha língua começou a coçar. Coçou muito. Tomei um pouco de água e passou, mas na hora de ir embora voltou. Pelo que eu tava vendo, não parava de chegar gente no hospital”, disse.

A mereda da escola é terceirizada.

Segundo os alunos, o cardápio desta quinta-feira foi arroz, strogonoff de frango e salada de tomate com repolho.

O que chamou a atenção no hospital é que nenhuma das pessoas que passou mal apresentou sintomas de intoxicação alimentar por bactéria, que ocorre quando algo no alimento está estragado.

Ninguém teve vômito, diarréia ou náuseas.

O médico Michel Mameri, que atendeu os estudantes e a funcionária, falou que os sintomas são de uma reação alérgica por outro tipo de intoxicação.

“Eles tiveram sintomas de intoxicação química, principalmente afetando a garganta, o nariz e a laringe”, disse.

No caso da funcionária, foi ainda pior. “Ela já tinha um quadro alérgico, então ela teve que ficar no oxigênio”, disse o médico.

Todos foram medicados e passam bem. Na escola, ninguém quis comentar o assunto.

Uma equipe da Vigilância Sanitária do município foi até o local para recolher amostras da merenda e de água.

Secretaria de Educação e prefeitura
A Secretaria Estadual de Educação (Sedu), responsável pela escola, informou que o fornecimento da alimentação escolar é feito por uma empresa terceirizada e que vai investigar o que pode ter causado a reação.

A prefeitura de Iconha disse que o material recolhido pela Vigilância Sanitária seguiu para análise em laboratórios de Cachoeiro de Itapemirim e Vitória.

 

fonte: G1

 

 

‘Cuidadosa com comida’, diz filho de mulher que morreu ao comer empada

empada de salmonella

“Minha mãe tinha um buffet, era muito cuidadosa com comida”, é assim que o filho Fábio Mattos define a preocupação que a empresária Celina Mattos, de 68 anos, tinha com alimentação. A empresária morreu após passar mal ao consumir uma empada de camarão, comprada de um vendedor ambulante em uma praia de Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro. O corpo foi enterrado na manhã desta terça-feira (23), em São José do Rio Preto (SP), no cemitério Ercília.

Segundo informações da família, ela e o marido estavam de férias no local e foi internada com infecção generalizada menos de 24 horas depois de consumir o salgado. “Ela foi a Porto Seguro no dia 31 de maio e, no dia 2 de junho, comprou a empada de um ambulante da praia. Mas segundo meu padrasto, aparentemente tudo estava em boas condições. Depois de uma hora, ela sentiu dores abdominais e foi ao Pronto Socorro, onde foi atendida e liberada”, conta o filho.

De acordo com Fábio, a mãe continuou passando mal. “No outro dia, já deu entrada com infecção generalizada, por causa da salmonella”, diz. A empresária deixou o marido, dois filhos e quatro netos.

“É preciso muita atenção para manusear alimentos, isso pode tirar vidas, como tirou a da minha mãe. É um absurdo que isso aconteça, a família está indignada”, comenta o filho. Fábio diz que o padrasto, que estava junto com Celina, está abalado e não quis falar sobre o assunto.

O G1 entrou em contato com o Hospital Municipal de Porto Seguro, onde a idosa ficou internada, mas foi informado que o setor administrativo está em recesso junino e só volta a funcionar na quinta-feira (25). Segundo o delegado Rafael Zanini, da Delegacia de Proteção ao Turista de Porto Seguro, nenhuma ocorrência sobre o caso foi registrada na unidade.

Salmonella
Segundo a médica infectologista Márcia Wakai Catelan, da Vigilância Sanitária de Rio Preto, a salmonella é uma infecção bacteriana e acontece, geralmente, por causa da precariedade do sistema de esgoto e da falta de higiene no preparo de alimentos. “Em caso de ostras, camarão e moluscos em geral, a bactéria tem sobrevida de quatro semanas até. E essa contaminação pode ser por causa do esgoto lançado no mar ou então a pessoa que preparou a comida não fez uma higienização adequada antes do preparo”, afirma a médica.

A médica explica que a Vigilância Sanitária tem uma legislação específica quando o assunto é a higienização dos locais ou pessoas que vendem alimentos. De acordo com ela, além dos moluscos, produtos como ovos, maionese caseira e doces que vão ovos são os alimentos mais comuns de contaminação da salmonella.

“Uma dica importante é comer alimentos bem cozidos ou fritos, além de ver a procedência do local que vai comer. Os principais sintomas da salmonella são dores abdominais, vômito e diarreia. Então além da infecção, o que debilita muito a pessoa é a desidratação”, diz.

fonte: G1

 

Laboratório de análise de água para hemodiálise e produção de alimentos é interditado

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Um laboratório de análises de água para hemodiálise e para a produção de alimentos em estabelecimentos comerciais, incluindo a rede Habib’s, foi interditado pela Vigilância Sanitária do Recife, na manhã desta terça-feira.

O Laboratório de Análise Ambiental e Produtos Alimentícios Ltda, situado no Engenho do Meio, não tinha licença sanitária e apresentava inadequações na infraestrutura.

De acordo com a Visa, foram encontradas amostras para análise dentro de isopor, apoiado diretamente no chão, e outras amostras microbiológicas sem embalagem, dentro de refrigeradores.

Através de nota oficial, a gerente de Vigilância Sanitária do Recife, Adeílza Ferraz, informou que o laboratório deveria estar devidamente regulamentado na Visa e ter o máximo de cuidado com a exposição das amostras para análise. “Prestar serviços a saúde da população é coisa muito séria. Tudo deve obedecer as normas sanitárias”, ponderou.

Somente após a Vigilância suspeitar de um documento fornecido recentemente a uma das lojas da rede Habib’s, a vistoria foi feita.

A empresa é credenciada na Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde – Reblas, mas não foi encontrado, no local, autorização de funcionamento emitido pela Vigilância Sanitária do Recife.

Multa
O proprietário do estabelecimento vai responder a processo administrativo-sanitário e poderá pagar multa, que varia de R$ 40 a R$ 400 mil, além de responder criminalmente também na Delegacia do Consumidor por várias irregularidades, entre elas falsificação de documentos.

 

fonte: Diario de Pernambuco

em: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2015/06/09/interna_vidaurbana,580366/laboratorio-de-analise-de-agua-para-hemodialise-e-producao-de-alimentos-e-interditado.shtml