Arquivos do Blog

Chumbo- Nestlé retira macarrão instantâneo Maggi das prateleiras na Índia

macarrao-isntantaneo

RIO — A Nestlé, que enfrenta uma crise de reputação na Índia, tirou seus macarrões instantâneos Maggi das lojas do país nesta sexta-feira, após testes feitos pela agência reguladora alegarem que alguns pacotes continham excesso de chumbo.

Após ter sido alvo de críticas por não reagir de forma rápida e decisiva, a Nestlé curvou-se às pressões no início desta sexta-feira e anunciou um recall na Índia.

Em um esforço para sufocar a mais significativa crise alimentar na Índia em quase uma década, a gigante suíça enviou o presidente do grupo, Paul Bulcke, para acalmar consumidores em uma coletiva de imprensa televisionada. Ele enfrentou tumulto, e foi frequentemente calado por jornalistas indianos. Mas afirmou, durante a coletiva, que os macarrões eram “aptos para o consumo”.

“Retiramos do mercado por causa da confusão, já que a confiança do consumidor foi afetada”, disse.

A Autoridade de Segurança e Padrões Alimentares da Índia (FSSAI) determinou que a filial da Nestlé interrompa a produção e venda de macarrão instantâneo Maggi no país, depois que exames detectaram altos níveis de chumbo no produto. A ag~encia reguladora ordenou o recall de “nove variedades de macarrão instantâneo Maggi”’ e a imediata interrupção da produção, alegando que o produto é perigoso para o consumo humano.

De acordo com a agência indiana, a empresa suíça infringiu as normas em três pontos: concentrações de chumbo que superam o limite estabelecido, rótulos enganosos sobre a presença de glutamato monossódico, um polêmico aditivo alimentar, e a venda de una variedade de sopa sem autorização.

Vários estados indianos, entre eles a capital Nova Deli, Uttrakhand, Gujarat e Jammu-Cachemira, decidiram retirar temporadiamente do mercado os macarrões instantâneos Maggi e realizar novos testes em amostras do produto antes de tomar medidas em conjunto com o governo federal. Em uma declaração conjunta disseram que o macarrão Maggi poderiam voltar às lojas logo que a situação atual for esclarecida.

O estado de Uttar Pradesh, por sua vez, decidiu processar a filial indiana da Nestlé. Caso seja considerada culpada, a Nestlé Índia será multada e seus dirigentes correm o risco de serem presos. A direção da empresa deve comparecer ao tribunal em 1 de julho.

O macarrão instantâneo Maggi tem grande aceitação entre estudantes universitários e ensino médio devido à facilidade e rapidez no preparo. E é o produto campeão de venda da Nestlé na Índia, registrando cerca de 15 bilhões de rúpias (US$ 240 mil) em vendas anuais.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/nestle-retira-macarrao-instantaneo-maggi-das-prateleiras-na-india-16357545#ixzz3cPu55At9

Conheça 8 peixes e frutos do mar que você deve evitar

acc2e7d9c6b28106c3852167772b239d

Ouvimos falar, frequentemente, sobre os benefícios que os peixes oferecem à nossa saúde. E eles, de fato, existem e são muito relevantes. Porém, o que pouca gente sabe é que o consumo de alguns tipos de peixe pode ser bastante prejudicial.

Isso porque os peixes e, também, outros frutos do mar podem sofrer contaminação, especialmente por metais pesados (Cobre, Chumbo, Mercúrio, Arsênio e Cádmio). E a consequência é um consumo excessivo desses metais pesados.

Fernanda de Campos Prudente Silva, nutricionista da Clínica de Oncologia Médica (Clinonco), destaca que o frequente consumo de alimentos contaminados com metais tóxicos é prejudicial por sobrecarregar o trabalho hepático e atrapalhar o funcionamento equilibrado do organismo.

Como ocorre a contaminação?

Pâmela Miguel, nutricionista da Clínica de Nutrição Funcional de São Paulo, ressalta que o mercúrio é o principal metal pesado presente nas águas e o que apresenta maior grau de toxicidade. “A contaminação acontece da seguinte forma: o mercúrio é lançado na atmosfera, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, e acaba sendo depositado nas águas. A maioria dos peixes e frutos do mar é contaminada por ele”, diz.

Porém, ressalta a nutricionista Pâmela, os níveis desse metal pesado diferem bastante, principalmente entre os peixes. “O tipo de peixe, o tamanho, o habitat, a alimentação e a idade são fatores que influenciam no nível de mercúrio. Os peixes predatórios, ou seja, aqueles que comem outros peixes e estão no topo da cadeia alimentar, possuem mais tendência a ter um maior nível de mercúrio”, explica.

Pâmela Miguel acrescenta que o consumo excessivo de peixes e frutos do mar contaminados com mercúrio pode levar ao acúmulo desse metal no organismo humano e ter como consequências: alterações no sistema nervoso central (delírios, alucinações, tendências suicidas), queda de imunidade, alterações renais. “Esse consumo excessivo também parece estar associado a algumas doenças degenerativas”, diz.

O que devemos evitar?

Abaixo, a nutricionista Pâmela cita espécies de peixes e frutos do mar que devem ser evitados ou consumidos sem excesso. São os peixes maiores e que ocupam a parte mais alta da cadeia alimentar:

– Cação

– Tucunaré

– Pescada branca

– Tainha

– Cavala

– Garoupa

– Arenque

– Camarão (que, por sua característica filtrante, pode absorver grande parte das impurezas da água)

A nutricionista acrescenta que peixes menores e outros frutos do mar não deixam de ter mercúrio, porém, em menor quantidade e devem ser consumidos de forma equilibrada na dieta.

Como escolher bons peixes e frutos do mar para o consumo?

O consumo de peixes e frutos do mar também trazem muitos benefícios à nossa saúde, porém, alguns cuidados são essenciais no momento da escolha e compra do produto:

Peixes

– Verificar as condições de armazenamento: refrigeração ou camada grossa de gelo;

– Corpo: firme e sem lesões. As escamas devem estar preservadas. A pele, úmida sem secreção gosmenta, brilhante e bem aderida à carne;

– Olhos: brilhantes, intactos e claros;

– Guelras: vermelhas (não compre peixe com guelras acinzentadas);

– O cheiro deve ser característico do mar;

– Quando comprar o peixe já limpo ou em postas/filés: prefira que o corte seja feito na hora e a textura da carne deve ser firme.

Camarões

– Corpo: curvado e com cor característica da espécie e sem manchas (cada espécie possui uma cor característica);

– Casca e carne: devem estar firmes.

Lula e polvo

– Cheiro característico do mar;

– Pele: rosada e sem muco gelatinoso;

– Carne branca.

Lagosta e caranguejo

– Vivos: escolher os mais ativos;

– Mortos: cascas e garras inteiras.

Mexilhões e mariscos

– Escolher aqueles que estiverem com a casca fechada, sem rachaduras ou furos;

– O cheiro deve ser característico do mar;

– Devem ser pesados ao serem colocados nas mãos.

Ostras

– Ao serem apertadas, não devem produzir nenhum som e, ao batê-las, o barulho deve ser sólido e não oco;

– De acordo com a ondulação da casca verifica-se a idade da ostra: as com mais de três anos são as mais saborosas;

– Cor: acinzentada;

– Carne: firme e brilhante;

– Cheiro característico do mar.

Quais são os benefícios do consumo de peixes?

O consumo de peixes traz diversos benefícios ao nosso organismo e à nossa saúde. Pâmela Miguel cita alguns deles:

– Eles são ótimas fontes de proteínas de boa digestibilidade;

– Contêm baixo teor de gordura e colesterol quando comparados a outras carnes;

– São fontes de minerais: cálcio (importante para saúde óssea e muscular), magnésio (importante para saúde muscular), fósforo (importante para as funções cerebrais), ferro (importante para evitar anemias), selênio (importante para sistema imunológico) etc.;

– São fonte de vitaminas importantes: vitamina A, D, complexo B.

A nutricionista Pâmela acrescenta que, como alguns peixes são mais susceptíveis à contaminação, para obter todos os benefícios citados acima sem riscos, deve-se dar preferência às seguintes espécies:

– Salmão

– Sardinha

– Truta

– Pintado

– Bacalhau

– Atum

Além dos benefícios já citado, Pâmela Miguel acrescenta que esses peixes possuem uma característica em comum: são de água fria e contêm ômega 3 – este, por sua vez, possui ação anti-inflamatória e está associado à prevenção de diversas doenças, como cardiovasculares, neurodegenerativas, diabetes, além de contribuir para a redução de colesterol ruim e aumento do colesterol bom.

Fernanda de Campos Prudente Silva acrescenta que peixes como namorado, robalo, entre outros, também são boa opção pela alta concentração de ômega 3 – que, além de ser um potente anti-inflamatório, age reparando danos de células e tecidos no organismo. Além de ajudar a função cognitiva, melhora a qualidade do sono, a pressão arterial e reduz sintomas da TPM.

A nutricionista Fernanda lembra ainda que a sardinha, além de ser rica em ômega 3, apresenta bons níveis de vitamina D, responsável, entre tantas funções, pela saúde óssea.

Agora você tem boas orientações para optar pelos melhores tipos de peixes e evitar o consumo excessivo daqueles que podem oferecer mais riscos à sua saúde.

É muito importante, também, estar sempre atento na hora da escolha de peixes e outros frutos do mar para garantir a compra de produtos de qualidade.

 

fonte: http://cidadeverde.com/conheca-8-peixes-e-frutos-do-mar-que-voce-deve-evitar-189732

Equipe médica analisa todos os alimentos ingeridos pelo Presidente turco

img_757x426$2015_03_03_16_35_13_438615

Uma equipa médica e científica submete a análises minuciosas todos os alimentos e todas as bebidas consumidas pelo Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, de forma a prevenir eventuais tentativas de envenenamento, divulgou esta terça-feira o diário turco Hurriyet.

“Os atentados não são mais cometidos com armas, mas através da comida”, assegurou ao jornal turco Cevdet Erdol, médico pessoal de Erdogan e igualmente deputado do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, partido no poder).

“Os alimentos e bebidas são analisados segundo critérios internacionais, procurando vestígios de radiação, matérias químicas, metais pesados e bactérias”, especificou.

A equipa composta por cinco pessoas trabalha todos os dias, durante 24 horas, no palácio presidencial e as amostras são analisadas em vários laboratórios em Ancara e Istambul.

“Um laboratório também será instalado no palácio”, disse Cevdet Erdol, sublinhando a necessidade de prevenir qualquer ataque tóxico, químico, radioativo ou biológico que possa visar o chefe de Estado turco, de 61 anos.

Até à data, segundo o médico, não foi encontrada qualquer substância suspeita nas amostras recolhidas. “Todos os líderes mundiais tomam medidas de segurança e de proteção contra assassinatos.

Mas acredito que estamos mais avançados nesta área do que os outros países”, concluiu Cevdet Erdol.

Erdogan (islâmico conservador), que foi chefe do Governo entre 2003 e 2014 antes de ser eleito para o mais alto cargo do país, é criticado pelas suas posições radicais e autoritárias, mas também pela sua megalomania.

O oitavo Presidente turco, Turgut Ozal, morreu no seu escritório em 1993 na sequência de um ataque de coração.

A família do governante e uma grande parte da sociedade turca sempre alegaram um possível envenenamento.

Uma autópsia realizada em 2012 após a exumação do cadáver do antigo líder confirmou a presença de tóxicos, mas não esclareceu se as substâncias tinham sido a causa da morte.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/equipa_medica_analisa_todos_os_alimentos_ingeridos_pelo_presidente_turco.html

 

Análise da PUC-Rio revela excesso de mercúrio em peixe

2014-768113517-2014111468175_jpg_20141114

 

 

RIO – Após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditar um lote de cação da marca Frescatto no início do mês, por presença de mercúrio acima do permitido, o que pode trazer riscos à saúde, O GLOBO levou à Central Analítica do Departamento de Química da PUC-Rio dez tipos de peixes congelados e três marcas de atum enlatado para teste.

Na medição, o mesmo tipo de peixe, mas de outra marca, o Cação Azul posta congelada, da Qualitá, apresentou 20% de mercúrio acima do limite de segurança estabelecido pela Anvisa e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 1 mg/kg para espécies predadoras como essa.

Todos os demais peixes avaliados (atum, bacalhau, dourado, linguado, merluza, polaca, salmão, tilápia, truta e o crustáceo camarão) apresentaram quantidade de mercúrio dentro da faixa considerada segura, que vai até 0,5 mg/kg.

De acordo com o diretor do departamento de química da universidade e coordenador do teste, o químico José Marcus Godoy, o resultado ficou dentro do esperado, tendo em vista que o mercúrio está presente em maior quantidade nos peixes do topo da cadeia alimentar, como o cação, que é carnívoro e um dos maiores predadores do mar.

— Os peixes acumulam o mercúrio presente em todos os outros dos quais se alimentam, assim como o das algas.

Por isso, a presença em maior índice no cação do que nos demais tipos testados, que estão em posição inferior na cadeia alimentar— diz.

Os limites de concentração de mercúrio em peixes sugeridos pela Anvisa e pela OMS só fazem sentido se associados à taxa de consumo. O índice de 0,5mg/kg , por exemplo, é calculado para a ingestão de até 400 gramas de peixe por semana por um adulto que pese cerca de 60kg.

Os resultados identificados pela avaliação da PUC-Rio, diz Godoy, são bastante próximos ao do monitoramento de mercúrio em peixes vendidos no mercado americano, que é feito há duas décadas pela Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador dos EUA equivalente à Anvisa.

Para realizar a medição do mercúrio, foram retirados três pedaços de 0,5g de cada peixe. Essas pequenas partes foram cozidas em banho-maria em uma mistura ácida por meia hora. Dissolvido, o peixe em solução foi submetido a uma técnica chamada vapor frio, na qual um gás de arraste leva o mercúrio a uma área de medição.

De acordo com Fernando Barbosa Junior, toxicologista da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, no geral, o resultado do teste feito no Rio não traz preocupações para a saúde dos consumidores.

— Apesar de o mercúrio estar presente nos peixes em sua forma mais tóxica, uma intoxicação só ocorre se a pessoa tiver dieta à base de cação contaminado, comendo o alimento de quatro a sete vezes por semana, em quantidade próxima a meio quilo por refeição ou se ingerir, numa única refeição, perto de 1kg do peixe contaminado — explica o toxicologista, que há dez anos realiza pesquisas na região amazônica sobre exposição da população a peixes contaminados com mercúrio.

RISCO MAIOR EM PEIXES CAPTURADOS NA COSTA

Populações ribeirinhas ou que vivem em áreas contaminadas, como as próximas a minas de extração de carvão, são mais suscetíveis aos efeitos nocivos do elemento químico.

O mercúrio afeta o sistema nervoso humano, causando problemas na visão e audição, na articulação das palavras, tremores e cansaço, explica Barbosa Junior.

Nos EUA, as autoridades de saúde recomendam que grávidas evitem comer cação, pois haveria transferência do metal para o feto, com possíveis danos irreversíveis à formação do sistema nervoso central do bebê.

— Peixes capturados perto da costa tendem a apresentar maior índice de mercúrio, pois as atividades industriais se concentram nas baías. Decerto, se pegássemos peixes na Baía da Guanabara para testar, os índices de mercúrio seriam maiores do que nos capturados em outros locais — diz Godoy.

O Grupo Pão de Açúcar, responsável pela posta de cação Qualitá, contestou o resultado.

Segundo a empresa, análise feita no peixe, em 1° de agosto, “demonstrou teor de mercúrio de 0,426 mg/kg, em conformidade com a legislação”.

A empresa informou que faz análises periódicas de monitoramento em laboratórios certificados por órgãos federais.

Segundo o Ministério da Pesca, a média de consumo de peixe mais do que dobrou em uma década, para 14,5 kg por habitante em 2013. A OMS recomenda a ingestão de, ao menos, 12 kg por habitante/ano.

Não há dados sobre consumo específico de cação e, além dele, a pescada branca e o tucunaré, típicos da Bacia Amazônica, são os peixes com maior risco de chegarem contaminados à mesa. Segundo o especialista da PUC-Rio, não há processo industrial capaz de eliminar o metal:

— O ideal seria a indústria pesqueira realizar testes nos peixes antes de colocá-los no mercado e eliminar os que contenham excesso de mercúrio.

O Ministério da Pesca informou ainda, sem revelar números, que cerca da metade do peixe consumido no Brasil é produzido em cativeiro, o que reduziria as chances de contaminação.

— O mercúrio é volátil, então vai para a atmosfera e se dispersa, sendo depositado em todo mundo. E como o mar representa dois terços da área da terra, é um grande depositário. A maior quantidade de mercúrio que é despejada no meio ambiente vem da queima de carvão — complementa Godoy, diretor do Departamento de Química da PUC-Rio.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que a indústria pesqueira está inserida no Programa de Controle de Resíduos e Contaminantes, que consiste na coleta de amostras de alimentos para análise de diversos elementos em laboratórios oficiais, entre eles o de mercúrio.

Segundo o Mapa, a responsabilidade sobre o controle do pescado capturado ou adquirido de terceiros é de cada indústria.

A fiscalização do ministério é feita com base no risco de cada empresa ou produto fabricado por ela. O Mapa disse ter controle das autuações feitas, mas não divulgou os dados.

A Anvisa, responsável pelo monitoramento do limite de contaminantes em alimentos, não detalhou como é feito o processo. Armando José Romaguera Burle, presidente do Conselho Nacional de Pesca e Aquicultura, órgão representativo das entidades do setor, não quis comentar o assunto.

Sobre o lote J14-0107 de posta de cação 500g, importado de Taiwan, identificado com excesso de mercúrio pela Anvisa, no início deste mês, a Frescatto afirma que novas análises, feitas nos dias 5 e 7 deste mês, “apresentaram quantidades de mercúrio de 0,10mg/kg a 0,63mg/kg, ou seja, inferiores ao limite do Codex Alimentarius de 1mg/kg, estabelecido pela Organização das Nações Unidas”.

Segundo a empresa, nesta análise — feita pelo Food Intelligence, laboratório especializado na análise de alimentos e certificado pelo Mapa — o lote J14-0107, apresentou 0,18mg/kg de mercúrio.

A Frescatto informou que todo o pescado comercializado é importado e tem certificado sanitário emitido pelo órgão regulador do país de origem, condicionada às normas do Codex Alimentarius da ONU.

A empresa diz ainda fazer periodicamente análises de metais pesados, auditadas pelo Ministério da Agricultura.
Fonte: O Globo
em http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/analise-da-puc-rio-revela-excesso-de-mercurio-em-peixe-14636715#ixzz3Jtn15MpB