Rastreabilidade: 80% das redes supermercadistas da capital sergipana já aderiram ao programa Rama

novorama

Quase quatro meses após o programa de Rastreamento e Monitoramento de Agrotóxicos (Rama) ter sido implantado em Sergipe, a Associação Sergipana de Supermercados (Ases) comemora a adesão de mais de 80% das redes mercadistas da capital ao sistema. Apesar da boa adesão da capital, as redes do interior começaram agora a aderir ao programa. As pioneiras na implantação do sistema no interior do Estado foram as cidades de Itabaiana, com quase 90 % da adesão, e Nossa Senhora da Glória.

Para o representante da empresa PariPassu, Luciano Tamiso, responsável pelo gerenciamento do programa de rastreamento, esse é um movimento de adesão natural e que com certeza será implementado em todo Estado com sucesso. “O monitoramento começou a ser realizado em janeiro, mas o programa começou a ser implantado no Estado desde setembro do ano passado. Todos os fornecedores foram cadastrados para que os produtos que chegassem já contar com todo o histórico. Estamos satisfeitos com o número de adesões em Sergipe e temos certeza que ele só tende a crescer”. Confia.

A implantação do programa de rastreamento foi necessária a partir da exigência dos órgãos de Vigilância Sanitária, numa tentativa de reduzir a utilização de agrotóxicos nos alimentos. “A partir desse rastreamento é muito fácil realizar o monitoramento dos resíduos agrotóxicos. Com ele sabemos automaticamente quem é o produtor , o fornecedor e para que cidades e estados outros lotes daquele produto foram vendidos. Assim pode-se responsabilizar aqueles que estão em desacordo com a lei e garantir que na mesa dos brasileiros e sergipanos só entrem produtos com qualidades  e procedências garantidas”, explica.

Mas um longo caminho precisa ser percorrido para que 100% das redes de supermercado possam aderir ao Rama. O principal deles é a conscientização dos pequenos empresários. “Nosso foco agora são as pequenas lojas, pois elas adquirem os produtos na Ceasa, e lá o sistema ainda não está implantado, fora que lá existe um oscilação muito grande de fornecedores, o que não garante a devida procedência. Realizar a adesão é muito simples, basta apenas que os interessados procurem a Ases e se cadastrem. Há um investimento que o comerciante irá fazer para adaptar o sistema ao rastreamento, mas o retorno que ele tem é enorme, pois todos os produtos que são comercializados ganha um atestado de procedência exigido pela vigilância”. Explica o presidente da Ases, João Luiz Silva.

Fonte: Jornal da Cidade

 

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Publicado em 13 de maio de 2014, em Food Safety e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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