Vigilância de Sergipe levará caso de intoxicação alimentar ao MP

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Um dia após 160 operários da construção pararem no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) por intoxicação depois de ingerirem alimentação [uma quentinha de frango, arroz, feijão e macarrão] servida em diferentes canteiros de obras de seis empresas da área da construção civil da capital, a vigilância sanitária municipal passou a atuar de maneira rigorosa para evitar que novos casos de intoxicação sejam registrados.

De acordo com o coordenador de Vigilância Sanitária Municipal, Avio Britto, a empresa responsável por fornecer os alimentos às construtoras já foi notificada.

Ainda segundo o coordenador a empresa não possuía licença do órgão para atuar.

“A empresa já foi notificada, ontem mesmo foi constatado que o órgão não possuía sequer licença ou registro da vigilância para atuar no fornecimento de alimentos”.

Na tarde desta terça-feira, 11, profissionais da vigilância sanitária em conjunto com a vigilância epidemiologia visitaram a sede da empresa fornecedora das refeições e apreenderam diversos materiais utilizados no preparo dos alimentos.

Entre eles, panelas em péssimas condições, bem como algumas refeições.

Os alimentos apreendidos passarão por um diagnóstico para identificar o tipo de bactéria instalada nas refeições.

A previsão é de que o levantamento esteja pronto entre dois a três dias.

Quadro clínico

Em entrevista ao Portal infonet, a assessoria do Huse, informou que os 160 pacientes com sintomas de intoxicação foram atendidos e liberados.

Eles receberam medicamentos  e antibióticos para mudar o quadro clínico.

Ainda de acordo com a assessoria, outros 53 trabalhadores apresentando os mesmos sintomas deram entrada na Unidade de Saúde nesta na manhã desta quarta-feira, 12.

Todos eles foram medicados e em seguida liberados.

MP

Mesmo com a situação amenizada, a Vigilância Sanitária Municipal irá encaminhar o caso para o Ministério Público (MP).

“Graças a Deus não houve nenhum óbito. Já estamos elaborando um relatório, apontando todo o ocorrido onde iremos levar o caso ao Ministério Público para que ele possa tomar as medidas cabíveis”, disse Avido Britto.

A equipe do Portal Infonet não conseguiu contato com a empresa responsável pela quentinha, mas permanece à disposição para receber as explicações.

fonte: http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=155777

 

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Publicado em 22 de março de 2014, em Food Safety, Microbiologia e marcado como . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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