Como garantir a segurança alimentar

 

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No dia 18 de março de 2013, o assunto do dia foi a determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo no Brasil de produtos da marca Ades, do lote TBA3G.

O motivo seria a identificação de soda cáustica no produto.

A própria marca confirmou a contaminação nos sucos.

Essa foi uma falha ao que se refere à segurança alimentar — normas de produção, transporte e armazenamento de alimentos. Essas regras visam garantir uma alimentação saudável.

Caso não sejam cumpridas, podem causa oferecer perigos biológicos, físicos e até químicos.

Erros de produção como este vêm acontecendo nos últimos tempos.

Já que não há como o consumidor ter plena certeza do que está consumindo, existem precauções que podem ser tomadas para diminuir os riscos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maior ameaça da segurança alimentar são as bactérias e as doenças que elas podem causar.

Para evitá-las, além dos procedimentos que são exigências nas indústrias de alimento, existem algumas práticas de higiene que podem ser adotadas pelo próprio consumidor.

Os primeiros passos começam na cozinha, com pratos, panos, apetrechos e mãos lavados constantemente.

A limpeza do local é primordial.

Também é importante que animais fiquem longe da cozinha.

Quando for armazenar, procure manter as superfícies secas.

A temperatura correta também vai determinar a segurança do alimento, tanto no armazenamento (-18ºC para o congelador) quanto na hora que cozinhar.

No supermercado, deixe os produtos de frigorífico e congelado por último.

Fique atendo às datas de validade.

Caso o alimento estrague antes da data indicada para vencimento, devolva ao próprio local da compra.

O momento do preparo também merece atenção, pois há riscos de multiplicação de bactérias, por isso siga as instruções da embalagem corretamente.

Com as carnes, aves e pescados o cuidado deve ser dobrado, prevenindo a difusão de Salmonela.

O Procon dá algumas orientações.

Atenção na hora da compra:

·         É proibido o uso de luz vermelha na vitrine, por mascarar a cor da carne.

·         O funcionário que manuseia a carne deve utilizar luvas, usar uniforme e manter os cabelos presos ou cobertos por um gorro.

·         Não é permitido o transporte de peças de carne desembaladas.

·         Os estabelecimentos deverão exibir, de forma clara, precisa e ostensiva, informações referentes à identificação da origem da carne.

·         Verifique a existência de carimbo roxo do SIF (Serviço de Inspeção Federal) que, no Estado de São Paulo, pode ser substituído pelo do SISP (Serviço de Inspeção de São Paulo).

·         A pesagem deve ser feita à vista do consumidor; qualquer contrapeso de carne só poderá ser adicionado com o seu consentimento. É proibida a venda de carne com sebo e pelancas.

·         Carnes pré-embaladas e congeladas, encontradas normalmente em supermercados, devem ser mantidas em balcão ou câmara frigorífica.

Como verificar a qualidade dos produtos:

·         Carne bovina: a cor natural é vermelho-clara. Não compre aquela que apresentar partes escurecidas ou secas, características de carne deteriorada. A carne deve ser moída à vista do consumidor, a fim de evitar mistura de carne fresca com deteriorada, ou carne de primeira com de segunda.

·         Carne de porco: não compre se notar pequenas bolinhas brancas, conhecidas popularmente como “canjica”. Esses focos denunciam a presença de parasitas. Nunca coma carne de porco malpassada.

·         Peixes: preste atenção na aparência e no cheiro; a carne deve ser firme e resistente à pressão dos dedos, os olhos brilhantes e salientes, guelras vermelhas, escamas bem aderidas à pele (que deverá ser úmida e sem viscosidade).

·         Aves: a carne deve apresentar-se firme, com coloração amarelo-pálida, brilho e cheiro suave. Manchas esverdeadas, azuladas e/ou mau cheiro indicam processo de deterioração.

·         Embutidos: linguiças, salsichas, mortadela, presunto, salsichão, etc., não devem conter líquido na embalagem. Manchas esverdeadas ou produto solto dentro do pacote indicam que houve entrada de ar e, por esta razão, o produto pode estar estragado.

fonte: Jornal da Cultura

em: http://tvcultura.cmais.com.br/jornaldacultura/como-garantir-a-seguranca-alimentar

 

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Publicado em 6 de janeiro de 2014, em Contaminantes, Food Safety, Microbiologia e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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