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Como evitar e eliminar metais tóxicos do corpo – Parte 1

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O que está errado quando as pessoas se alimentam de forma saudável, mas continuam a sofrer de problemas de saúde significativos? Por que tantas pessoas tentam comer gordura boa, mas descobrem que não podem digeri-las?

Qual é a razão para o estresse digestivo, apesar de tomar probióticos de alta qualidade e consumir sopa e alimentos cultivados? Por que alguns bebês ficam doentes mesmo quando os pais se alimentam de uma dieta nutritiva anterior à concepção e durante a gravidez e a lactação?

A resposta pode ser: metais tóxicos. Embora possamos honrar nosso templo corpóreo com alimentos nutritivos, não podemos realizar nosso potencial completo enquanto continuarmos usando sem eficiência depósitos de lixo para mercúrio, alumínio, cádmio, arsênico, chumbo e níquel.

Até mesmo os “metais preciosos”, como ouro, prata e platina, podem criar problemas. Quando os misturamos bem com uma dose de cloro e flúor, encontrados em abundância nos reservatórios de água municipais, não é nenhuma surpresa que tantos de nós fiquemos doentes e cansados.

Ao longo das últimas décadas, profissionais da saúde também começaram a ver mais e mais pessoas “brilhando no escuro” por causa do desperdício de armas nucleares. Suspeita-se que uso de armas do chamado “urânio empobrecido” em conflitos armados contribuiu para a Síndrome da Guerra do Golfo, uma série de problemas de saúde associados à Guerra do Golfo, assim como à Guerra do Iraque e outros conflitos.

Os estabelecimentos médicos atualmente reconhecem apenas toxicidade por metal aguda, o tipo que leva à dor, a sintomas repentinos e severos, incluindo câimbra, náusea, vômito, suor, dores de cabeça, dificuldade respiratória, convulsões e deficiência cognitiva, motora e da fala.

Com a toxicidade por metal aguda, os efeitos gerados pelo consumo, pela inalação, pelo contato com a pele ou por outras exposições são claros. As toxicidades agudas ocorrem mais frequentemente em locais de trabalho onde os trabalhadores são expostos a substâncias prejudiciais à saúde, embora acidentes ocorram na porta de casa também.

Pesticidas, herbicidas e fertilizantes químicos utilizados em casas e escolas, por exemplo, são algumas das razões comuns pelas quais pessoas anteriormente saudáveis juntam-se à classificação das quimicamente sensíveis e ambientalmente doentes.

Em 1986, o Congresso americano estabeleceu a Agência para Substâncias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR) do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, a fim de lidar com os efeitos das substâncias ambientais nocivas à saúde humana.

Em cooperação com a Agência Americana de Proteção Ambiental, a ATSDR anualmente compila listas de prioridade de substâncias nocivas. Entre as 275 substâncias na lista de 2007, o arsênico é o número um, o chumbo vem em segundo, o mercúrio em terceiro e o cádmio em sétimo. Desses quatro terríveis, o mercúrio é o mais estudado, mas todos os quatro têm efeitos adversos similares no corpo.

Na próxima semana: Parte 2 sobre os efeitos da exposição crônica a toxinas

Kaayla T. Daniel, Ph.D., CCN, é licenciada como nutricionista clínica e escreve sobre saúde
Galen D. Knight, Ph.D. é bioquímico e escreve sobre saúde

fonte: Epoch Times

em: http://www.epochtimes.com.br/como-evitar-eliminar-metais-toxicos-corpo-parte-1/#.U2KhUPldUlJ

Os vilões para a saúde do consumidor

  • Produtos de origem animal são os que apresentam maior risco
  • Falhas em produção, transporte, armazenamento e manuseio podem levar a contaminação

 
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RIO – Os produtos de origem animal, principalmente as carnes, são os mais suscetíveis a problemas que podem afetar a saúde do consumidor.

Esses alimentos são mais perecíveis e propensos ao desenvolvimento de bactérias.

Já os de origem vegetal — que também podem ser vetores de agentes letais — geralmente carregam micotoxinas que são menos perigosas para a saúde humana.

E os problemas podem ter origem na produção, mas também no transporte, no armazenamento e no manuseio no ponto de venda, explicam os especialistas.

“Doença de bicho pode pegar em gente.

Doença de planta não.”

A afirmação é de Ricardo Cavalcante, diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Ministério da Agricultura (Mapa), que acrescenta que os produtos de origem vegetal oferecem muito menos riscos do que os de procedência animal.

— Os produtos de origem vegetal têm uma acidez muito maior do que os de procedência animal, inativando uma série de patógenos.

Uma das funções do Mapa é monitorar micotoxinas — substâncias produzidas por fungos — que fazem mal à saúde e podem até matar.

Se acender a luz amarela, já tiramos o produto do mercado — afirma Cavalcante, destacando que 99% dos problemas de ingestão humana são por descaminho, ou seja, causados propositalmente.

No caso das bebidas, explica Cavalcante, as polpas de frutas são as mais propensas a problemas.

Já as alcoólicas são menos problemáticas, uma vez que o etanol já é um sanitizante.

As destiladas, por sua parte, podem conter resíduo de cobre, o que faz mal ao organismo.

— Conhecemos os riscos de cada produto, avaliamos cada um deles e distribuímos nossos esforços de fiscalização e controle com isso em mente — afirma o diretor do Dipov, alertando que as empresas clandestinas devem ser denunciadas para que possam ser fechadas. — A tributação sobre s bebidas alcoólicas, por exemplo, é muito alta e, por isso, há muitas clandestinidade.

As ações acontecem também com o auxílio da Receita Federal e de órgãos de saúde.

O doutor em gestão da qualidade e mestre em ciência e tecnologia de alimentos André Bonnet afirma que não há produto estéril.

A exceção é o leite longa vida, o UHT, devido ao processo industrial pelo qual passa, mas mesmo ele, ressalta Bonnet, não está livre de uma contaminação ou fraude, como se viu recentemente no Rio Grande do Sul:

— O que é preciso é estabelecer pontos de controle na indústria, seja ela grande ou pequena, com limpeza de equipamentos e utensílios.

Não adianta adotar uma série de práticas e colocar um produto num tanque contaminado.

Além disso, há outras potencias fontes de contaminação, como microfuros nas embalagens, que não são perceptíveis ao olho humano, mas que permitem o desenvolvimento de fungos ou bactérias.

Bonnet, que também é pesquisador da Embrapa e coordena o MBA em Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos da Universidade Veiga de Almeida, a fiscalização tem o importante papel de mostrar ao consumidor que uma determinada empresa está conforme os padrões de qualidade.

— A evidência é muito importante para o consumidor. E se algo der errado, se houver um problema, o atendimento ao consumidor é muito importante.

O registro do cliente também é crucial para que uma empresa possa cobrar ou rastrear sua rede de distribuidores.

Quem não registra seus problemas não está ajudando nem as empresas nem a si mesmo, gerando um círculo vicioso.

A responsabilidade é de todos. O consumidor também tem que ser um fiscal.

Os produtos prontos e semiprontos também estão muito sujeitos a contaminações.

Para avaliar e controlar tal risco, o Mapa está implementando, desde 2009, um modelo utilizado internacionalmente que tem o objetivo de gerar estatísticas que permitam controlar com mais segurança os focos de risco.

— No caso das carnes e produtos prontos e semiprontos, como embutidos e frios, buscamos bactérias, identificamos os riscos para o consumidor e verificamos como a empresa age para garantir a segurança e qualidade do que comercializa.

Isso permite avaliar o desempenho de cada uma.

Nas salsichas, identificamos a prevalência da bactéria listeria e começamos a gerenciar este elemento — explica Ari Crispim, coordenador de Programas Especiais do Mapa.

E já há dados que permitem ações para a imposição de procedimentos que garantam a qualidade. Segundo Crispim, fatiados vendidos já embalados, por exemplo, são mais propensos à contaminação do que os produto comercializados em peças inteiras. Por isso, eles têm que ser mais controlados e fiscalizados:

— Queremos reduzir a exposição dos consumidores a perigos veiculados pelos alimentos.

A atenção maior, num primeiro momento, foi sobre os produtos prontos para o consumo, pois levam o perigo diretamente à mesa do brasileiro.

Os próximos produtos a entrarem no modelo de gerenciamento de risco, ainda este ano, são as carnes bovina, suína e de aves. Em até quatro anos rastrearemos 40 famílias de produtos.

Esse sistema de monitoração e avaliação de risco dos produtos, afirma Crispim, pode gerar critérios de valorização com base nas características e garantias de qualidade. E isso poderá nortear as escolhas do consumidor na hora de fazer uma compra.

Produtos no fundo das geladeiras dos mercados são mais seguros

A doutora em alimentos e nutrição e professora da Unisantos Elizabete Lourenço da Costa lembra que o problema num produto pode ser provocado por armazenamento inadequado e que o varejo tem responsabilidade nesses casos.

— As falhas também estão nos varejistas. As geladeiras de frios e iogurtes, por exemplo, são abertas e, assim, não conseguem manter a temperatura do alimento.

Neste caso, a dica é pegar os produtos que estão no fundo pois mantêm a temperatura mais perto da ideal — diz Elizabete.

Os produtos perecíveis, por exemplo, devem ser adquiridos no fim da compra para reduzir a exposição à temperatura inadequada e evitar sua deterioração devido a má conservação.

Como falha não intencional, mas que gera defeitos nos produtos que chegam ao consumidor, Bonnet cita o pão de forma produzido em uma padaria de bairro.

O pão sempre mofava.

A causa era simples: a área de refrigeração era inadequada, pois havia excesso de condensação de água no local, gerando o bolor.

Bastou mudar o espaço, colocando por exemplo um exaustor, para que o problema acabasse.

— Muitas vezes, os problemas e defeitos nos alimentos chegam até nós por falta de informação do produtor. Não por má-fé —acredita o especialista, que ensina um macete.

— E o consumidor deve sempre guardar pães quentes em embalagens abertas, de forma a evitar o aumento da umidade no interior da embalagem que pode levar ao crescimento de microrganismos

Embalagens amassadas ou enferrujadas, de maneira geral, não devem ser adquiridas, pois tais danos aumentam o risco de contaminação por microrganismo, diz Bonnet.

E ao observar indício de contaminação de um produto, ele não deve ser consumido.

Quanto às frutas e hortaliças, o especialista destaca a importância de serem higienizadas antes do consumo, para retirara o acumulo de microrganismo que podem ser levados ao prato e também contaminar à cozinha.
fonte: O Globo
em : http://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/os-viloes-para-saude-do-consumidor-8611895#ixzz2y6bSO24k

Nestlé pagará R$ 3 mil a consumidora que ingeriu Nescau com metal

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SÃO PAULO – Uma consumidora do Rio de Janeiro que ingeriu partículas de metal junto com Nescau vai receber indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil. A sentença foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em ação na qual a consumidora tentava rediscutir o valor da indenização.

A Nestlé também recorreu para rediscutir a indenização, mas o recurso foi assinado por advogado sem procuração nos autos e por isso não foi conhecido, informou o STJ.

Em 2009, a consumidora ingeriu o alimento Nescau Actigen-E, fabricado pela Nestlé, e notou a presença de corpos estranhos no material, semelhantes a pedaços de metal.

Ela contou que sentiu “fortes dores abdominais” e foi submetida a raio-X, que revelou a presença de “artifaturais raladas na projeção da coluna lombar”. Somente 11 dias após o incidente, o material foi expelido.

A consumidora procurou a Nestlé para informar sobre o ocorrido e recebeu gratuitamente uma nova lata do produto. Ela então ajuizou uma ação de reparação por danos morais, pedindo cem salários mínimos.

A Nestlé afirmou que recebeu a amostra do produto para exame fora da embalagem original. Disse que a perícia encontrou um brinco em meio ao achocolatado e que em sua linha de produção seria impossível acontecer a contaminação.

Responsabilidade objetiva. Em primeiro grau, o juiz levou em conta documentos médicos juntados como prova e reconheceu a responsabilidade objetiva da Nestlé pelo defeito do produto, independentemente de comprovação de culpa.

A empresa foi condenada a pagar R$ 3 mil de compensação por danos morais, com correção monetária a contar da publicação da decisão e juros a contar da citação. Ambas as partes apelaram.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou os recursos. Disse que o dano suportado pela consumidora ‘é presumido) e deve ser reparado’.

A responsabilidade objetiva do fornecedor, segundo o TJRJ, só poderia ser afastada mediante prova da culpa exclusiva do consumidor, de terceiro ou de caso fortuito alheio ao produto (fortuito externo), mas isso não ocorreu.

Sobre o valor fixado, o TJRJ considerou-o adequado, razoável e proporcional às circunstâncias do caso. A decisão de manter a indenização foi do ministro João Otávio de Noronha

Moderação. A consumidora recorreu ao STJ, alegando que o valor da indenização seria irrisório e deveria ser aumentado. No entanto, o recurso não foi admitido para julgamento pelo Tribunal.

Em decisão individual, o ministro Noronha afirmou que o STJ só interfere na fixação do valor indenizatório quando ele se mostra irrisório ou exorbitante, “distanciando-se das finalidades legais”.

No caso, segundo ele, o valor estipulado nas instâncias ordinárias “foi fixado com moderação, visto que não concorreu para o enriquecimento indevido da vítima e porque foi observada a proporcionalidade entre a gravidade da ofensa, o grau de culpa e o porte socioeconômico do causador do dano”.

 

fonte: Estado de São Paulo

em: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,nestle-pagara-r-3-mil-a-consumidora-que-ingeriu-nescau-com-metal,180215,0.htm

Drogas animais em sua comida? Provavelmente!

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A maioria das pessoas já ouviu falar das empresas de medicamentos Pfizer, Eli Lilly e Merck. Mas podem não ter ouvido falar de empresas de drogas animais como Fort Dodge, Elanco ou Intervet e sobre as drogas que fazem.

A “farmácia animal”, a divisão de drogas animais nas empresas de drogas, tende a operar fora do radar público.

Primeiro, porque as pessoas que comem alimentos cultivados com seus produtos não são seus clientes reais e segundo, porque os aditivos, hormônios, aceleradores de crescimento, medicamentos antiparasitários, fungicidas e as vacinas que usam fazem as pessoas perderem o apetite.

Mas a farmácia animal é uma enorme máquina de receita que vende drogas às toneladas, muitas vezes sem prescrição ou aprovação veterinária necessária, e isso gera uma fonte interminável de pessoas doentes.

Ao contrário da farmácia “humana”, a farmácia animal requer pouca publicidade ou marketing contra drogas concorrentes, questionamento médico e ligações de venda e raramente enfrentam escândalos de saúde pública que possam chegar a seus governos.

Uma das razões para o crescimento da farmácia animal é que a criação industrial intensiva contemporânea está voltada para a produção máxima de cada “unidade” animal por espaço confinado.

Por exemplo, antes as galinhas eram abatidas com 14 semanas de idade quando pesavam cerca de 1 kg, mas em 2001 elas passaram a ser abatidas com sete semanas quando pesavam entre 2 e 3 kg.

Esta eficiência contínua exige grande uso de drogas de crescimento na produção e drogas para tratar e prevenir doenças causadas pela superlotação, estresse e imobilidade.

Poucos consumidores poderiam nomear uma droga animal utilizada para produzir o alimento que comem porque os nomes não aparecem nos rótulos (e prejudicariam muito as vendas se aparecessem).

E mesmo que o movimento orgânico-alimentar e a preocupação com a vaca-louca tenham feito as pessoas pensarem sobre o que sua “carne come”, elas ainda não perguntam que drogas o animal ingeriu.

Por exemplo, quem gostaria de comer um animal tratado com o antibiótico tilmicosina?

O rótulo da droga, destinado ao criador, diz: “Não é para uso humano. A injeção desta droga em seres humanos tem sido associada com mortes.”

O rótulo da Tilmicosina inclusive tem um número de telefone de emergência impresso diretamente no recipiente, bem como uma nota dizendo aos médicos o que fazer no caso de alguém injetar-se acidentalmente. (Está escrito, “O sistema cardiovascular é o alvo da intoxicação e deve ser acompanhado de perto. A intoxicação cardiovascular pode ser devida ao bloqueio da via de cálcio.”)

No entanto, a tilmicosina é amplamente utilizada em alimentos para animais e ainda aparece no leite de vacas leiteiras tratadas, segundo uma reportagem recente de uma emissora de Ohio, EUA.

Um relatório de 2010 da Secretaria de Inspeção Geral (OIG) norte-americana descobriu que a supervisão do gado conduzida pelo Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS) era uma farsa – com alguns resíduos de drogas ignorados, outros não testados e carne claramente contaminada deixada no fornecimento de alimentos.

Entre as drogas encontradas na carne liberada ao público estavam: penicilina; os antibióticos florfenicol, sulfametazina e sulfadimetoxina; o medicamento antiparasitário ivermectina; a droga anti-inflamatória não-esteroide flunixin; e metais pesados.

Quatro instalações tiveram o valor espantoso de 211 violações de resíduos de drogas, mas violadores reincidentes são amplamente tolerados pelo serviço de inspeção, diz o relatório.

Noventa por cento das violações de resíduos de drogas veterinárias são encontradas em vacas leiteiras e bezerros, acrescenta o relatório.

É evidente que a ausência de drogas listadas nas embalagens dos alimentos não significa que as drogas estejam ausentes no produto.

E quando a farmácia animal diz que as drogas são administradas para a “saúde” do animal, na verdade, é para a “saúde” da receita dos produtores de carne.

 

fonte: Epoch Times

em: http://www.epochtimes.com.br/drogas-animais-em-sua-comida-provavelmente/#.UvYK6DlTsdU

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